Quinze anos na mesma esquina.
A história da Telhas Rio São Paulo é a de um depósito de bairro que decidiu crescer sem terceirizar o que importa: o estoque, a entrega e o atendimento.
Madeira é assunto de família aqui.
A Telhas Rio São Paulo abriu as portas em 11 de maio de 2011, na Estrada Rio São Paulo, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Quem fundou a empresa foi a diretora Celi Mota, e o negócio não começou do zero: começou de uma herança de ofício.
O pai dela foi caminhoneiro e pioneiro no ramo de madeiras na cidade onde vivia. Foi ali, vendo carga de madeira ser comprada, transportada e entregue, que se aprendeu o que hoje sustenta a operação: madeira boa se reconhece antes de descarregar, e entrega no prazo vale mais que desconto.
O que mudou de lá para cá foi o tamanho, não a lógica. O pátio chegou aos 3.000 m² atuais, o portfólio passou de duas para sete famílias de material e a operação ganhou frota própria. O endereço continua o mesmo, e o balcão continua sendo atendido por gente que sabe a diferença entre uma terça e um caibro.
Por que sete categorias e não só telha
A ampliação do portfólio não foi estratégia de gabinete. Foi resposta ao mesmo pedido repetido por anos no balcão: o cliente comprava a telha e perguntava se tinha a madeira. Comprava a madeira e perguntava se tinha o tijolo. Voltava semanas depois atrás do silicone e do verniz.
Hoje a loja cobre a obra do telhado ao acabamento porque, na prática, é isso que economiza o tempo de quem constrói. Cada viagem a mais para outro fornecedor é meia manhã de equipe parada no canteiro.
Estoque próprio é uma decisão cara e proposital
Manter 3.000 m² de material parado é o oposto do modelo enxuto que muita loja adota, comprando só depois de vender. A escolha foi consciente: em obra, o valor de um fornecedor está em ter o material quando ele é preciso, e não em ter o catálogo mais completo.
É por isso que a maior parte dos itens de giro sai no mesmo dia da compra, e é por isso que a frota é nossa. Entrega que depende de agenda de transportadora não é entrega, é expectativa.
Madeira com origem, porque a conta chega depois
Na linha de madeiras, a empresa opera com cadastro no DOF+, o sistema do IBAMA que emite o documento de origem florestal. Na prática, isso significa que cada compra e cada venda de madeira nativa é registrada e rastreável, do fornecedor até a nota que sai daqui.
A obrigação legal é de quem vende, mas a consequência de comprar madeira sem procedência é de quem constrói: risco em caso de fiscalização na obra e, muito mais comum, o risco de receber uma espécie mais leve e mais barata vendida com o nome de outra. Documento de origem é o único jeito de conferir isso antes de a estrutura estar montada.
O time
A equipe é enxuta e conhece o estoque de cor. Isso significa que a pessoa que atende no WhatsApp é a mesma que sabe se a peça está no pátio, e que uma dúvida técnica não vira um formulário aberto por três dias. Para o cliente, a diferença prática é a velocidade da resposta.
Entrega no prazo vale mais que desconto.O que se aprende carregando caminhão
O que vai junto com a compra.
A equipe faz o cálculo personalizado da sua obra antes de você fechar o pedido: quantidade por metro quadrado, modelo compatível com a inclinação do telhado e os complementos que costumam ficar de fora da conta. O objetivo é você não levar peça a mais nem voltar por peça a menos.
A logística reversa é criteriosa com os materiais que permitem o método. O que pode voltar volta, em vez de virar entulho. É uma parte pequena da operação e não vira propaganda, mas existe.
E toda a linha de madeiras opera com cadastro no DOF+, o sistema do IBAMA, o que torna cada compra e cada venda de madeira nativa registrada e rastreável.
Venha conhecer o pátio.
Estrada Rio São Paulo, 1992, Campo Grande. Segunda a sábado, das 08h às 18h.
